Museu da Casa Brasileira participa do 2º Design Weekend em São Paulo com entrada gratuita. De 15 a 18 de Agosto!

Programação no MCB propõe refletir sobre as conexões do design com temas de arquitetura, habitação, mobiliário e fotografia

 

De 15 a 18 de agosto de 2013 – Gratuito

 Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, participa da segunda edição do Design Weekend (DW) em São Paulo, com atrações especiais que enfatizam a sua vocação para a arquitetura e o design, entre os dias 15 e 18 de agosto, de quinta-feira a domingo. Com acesso gratuito a toda a sua programação durante os quatro dias de evento, o MCB visa ampliar o acesso ao diálogo proposto pelo DW sobre a transversalidade e as conexões do design tanto no território da arte e da arquitetura quanto em áreas distintas como economia criativa e sustentabilidade.

 Durante o DW, os eventos ocuparão as cinco salas expositivas, o terraço e os jardins da instituição com uma série de lançamentos de publicações e quatro mostras, além de uma conversa com o designer britânico Tom Price, que no dia 17 de agosto inaugura a instalação Balanços Meltdown em parceria com o BOOMSPDESIGN, e recebe o público para palestra às 10h do domingo, dia 18 de agosto.

 Entre as exposições em cartaz, os visitantes poderão conhecer Casas do Brasil 2013 – Habitação ribeirinha na Amazônia, que revela soluções técnicas de moradias como a palafita e a casa flutuante que se adaptam às cheias e às vazantes da região, definindo o ritmo de vida ribeirinha. Duas maquetes simulam a interação entre as casas e o movimento das águas. A mostra, quinta edição do projeto Casas do Brasil, que propõe a formação de um inventário sobre a rica diversidade do morar pelo país, estende-se a um anexo que resgata um recorte da exposição “A Casa Xinguana”, de 2008. Já a mostraTavoletta aborda aspectos da fotografia como a temporalidade e o espaço. A grande atração fica por conta de uma grande câmera escura montada no jardim do museu, instalação interativa e divertida para todas as idades que explica os princípios da fotografia analógica.

 Na programação do sábado, das 11h às 16h, o terraço do MCB receberá uma série de lançamentos sobre arquitetura e design com a presença dos autores. Entre as publicações estão Mobiliário no Brasil: origens da produção e da industrialização (Editora Senac São Paulo), de Maria Angélica Santi, e o catálogo da mostra Casas do Brasil 2013, além de um pré-lançamento do Anuário do Design Brasileiro de 2014, da Editora Arc Design.

 Durante o Design Weekend, o público poderá ainda conferir as mostras de longa duração em cartaz: Coleção MCB, com móveis e utensílios da casa brasileira dos séculos 17 ao 21, e A Casa e a Cidade – Coleção Crespi-Prado, que retrata um importante capítulo do desenvolvimento paulistano entre o final do século 19 e meados do século 20 a partir do cotidiano e da trajetória dos moradores originais da casa que hoje abriga o MCB: o casal Fábio Prado e Renata Crespi.

 Para encerrar a programação, o quinteto Café Tango toca Astor Piazzolla no domingo, às 11h, no projeto Música no MCB. Formado em 2005 em Campinas, o Café Tango se dedica à interpretação e ao resgate das composições originais de Astor Piazzolla. Com 2 discos gravados, explora também composições próprias e de outros compositores cujo som tem afinidade com o repertório. Conta com Ricardo Pesce (sanfona), Fábio dos Santos (violino), Diego Beirão (guitarra), Pedro Assad (piano) e Gustavo Mazon (contrabaixo).

 Realizado pela segunda vez em São Paulo, o Design Weekend visa mobilizar os paulistanos em torno da discussão sobre design, abordando economia criativa, arte, arquitetura, decoração, moda, negócios e sustentabilidade. Entre 15 e 18 de agosto, o evento será a “Virada Cultural do Design”, nos moldes do que já acontece em capitais europeias como Londres – no London Design Festival -, e Milão – no Fuori Salone.

 Veja:

Programação completa

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CAU/SP recebe contribuições sobre Código de Ética e Disciplina de Arquitetura e Urbanismo

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Já está disponível a minuta do Código de Ética e Disciplina de Arquitetura e Urbanismo. O texto, apresentado na 20ª Reunião Plenária do CAU/BR, foi construído após a realização de cinco seminários regionais e um seminário nacional e vai ainda receber sugestões e críticas de profissionais de todo o país. A projeção é de que o Código entre em aplicação a partir de 2014.

Veja aqui a íntegra da Minuta do Código de Ética e Disciplina

O Código de Ética e Disciplina é dividido em seis seções: (i) obrigações gerais; (ii) obrigações com o interesse público, (iii) obrigações para com o contratante, (iv) obrigações para com a profissão, (v) obrigações para com os colegas e (vi) obrigações para com o CAU. As seções contém tanto princípios, que são normas de aplicação genérica, teórica ou abstrata, como também as regras, que serão de aplicação específica, mais voltadas a casos concretos. Há ainda recomendações que servem para orientar os profissionais.

Para o Conselheiro Nilson Ghirardello, Coordenador da Comissão de Ética e Disciplina do CAU/SP, a construção do Código de Ética “representa um momento ímpar para os arquitetos e urbanistas, pois deveremos, pela primeira vez, estabelecer regras específicas de conduta ética para a nossa profissão. Até há pouco, contávamos com um Código de Ética definido pelo CONFEA, que tentava dar conta de uma série de profissões, abrigadas no antigo sistema, e agora teremos regras detalhadas e focadas no profissional arquiteto e na sociedade para quem ele serve”.

Contribuições dos arquitetos e urbanistas de São Paulo
Os arquitetos e urbanistas do Estado de São Paulo interessados em contribuir com a construção do Código de Ética devem enviar suas sugestões e observações até o dia 2 de agosto por e-mail para:carolina.lourenco@causp.gov.br

As sugestões serão encaminhadas para a Comissão de Ética do CAU/SP para análise preliminar e, posteriormente, enviadas ao CAU/BR por intermédio do Conselheiro Federal por São Paulo, Arquiteto e Urbanista Miguel Pereira.

O Plenário do CAU/BR voltará a se debruçar sobre o tema nos dias 8 e 9 de agosto, quando debaterá as contribuições levadas pelos Conselheiros Federais e votará o Código de Ética e Disciplina do CAU. Após a aprovação, o texto resultante será remetido a revisão linguística, ortográfica e jurídica, devendo retornar ao Plenário nos dias 5 e 6 de setembro próximo para homologação. Neste mesmo período, será discutido o Manual de Aplicação do Código de Ética e Disciplina, que orientará as comissões estaduais na aplicação das normas.

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Fonte: Causp.org.br

CAU/BRASÍLIA: ATRIBUIÇÕES PRIVATIVAS DE ARQUITETOS E URBANISTAS

Em cumprimento ao disposto no art. 3º, parágrafo 1º da Lei 12.378/2010, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) editou a Resolução CAU/BR n° 51/2013, que “dispõe sobre as áreas de atuação privativas dos arquitetos e urbanistas e as áreas de atuação compartilhadas com outras profissões regulamentadas, e dá outras providências.”

Esta Resolução foi publicada no Diário Oficial da União, Edição n° 136, Seção 1, de 17 de julho de 2013, data em que entrou em vigor.

O CAU/BR, ao editar a Resolução n° 51, o fez amparado nos fundamentos autorizadores da Lei nº 12.378/2010, que expressamente preveem:

Art. 3º Os campos da atuação profissional para o exercício da arquitetura e urbanismo são definidos a partir das diretrizes curriculares nacionais que dispõem sobre a formação do profissional arquiteto e urbanista nas quais os núcleos de conhecimentos de fundamentação e de conhecimentos profissionais caracterizam a unidade de atuação profissional.

§ 1º O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR especificará, atentando para o disposto no caput, as áreas de atuação privativas dos arquitetos e urbanistas e as áreas de atuação compartilhadas com outras profissões regulamentadas.

Com vistas a garantir a plena observância à Lei nº 12.378/2010, o CAU/BR, ao editar a Resolução nº 51, procedeu a minucioso exame da legislação afeta ao exercício das profissões técnicas regulamentadas (incluindo leis, decretos, resoluções e outros atos normativos), bem como das diretrizes curriculares nacionais dos cursos de graduação, tanto em Arquitetura e Urbanismo como nas demais profissões vinculadas a outros conselhos.

 Cuidou-se de verificar e respeitar o que se encontra estabelecido nos dispositivos legais e nas resoluções que especificam as áreas de atuação concernentes às demais profissões técnicas regulamentadas, de modo a assegurar aos profissionais nelas legalmente habilitados seus direitos legítimos, e a evitar que, ao se garantir os direitos dos arquitetos e urbanistas, fossem prejudicados os direitos de outros profissionais.

Acrescente-se ainda que, dirimindo qualquer possível dúvida acerca das competências sobre as áreas de atuação profissional, a Lei n° 12.378, no parágrafo 2º do art. 3º determina: “Serão consideradas privativas de profissional especializado as áreas de atuação nas quais a ausência de formação superior exponha o usuário do serviço a qualquer risco ou danos materiais à segurança, à saúde ou ao meio ambiente”.

 Do disposto nesse 2° parágrafo, nota-se que a própria Lei consagra que, na definição das áreas de atuação privativas e compartilhadas, deve prevalecer sempre a primazia do melhor atendimento às necessidades sociais. Não são os interesses corporativos dessa ou daquela categoria profissional que vêm em primeiro lugar, mas, ao contrário, deve prevalecer sempre a defesa e a proteção da sociedade, evitando-se que certas atividades técnicas sejam indevidamente exercidas por profissionais que não disponham de suficiente formação acadêmica que os credencie para tal exercício, o que viria expor o usuário do serviço prestado a qualquer tipo de dano ou de risco à sua segurança ou saúde, ou ao meio ambiente.

 Desse processo resultou a Resolução nº 51 que, em seu art. 2º especifica as áreas de atuação privativas dos arquitetos e urbanistas e, em seu art. 3°, ressalva as áreas de atuação compartilhadas entre os profissionais da Arquitetura e Urbanismo e os de outras profissões regulamentadas, reconhecendo e respeitando, em todos os aspectos, os direitos legítimos concernentes às demais profissões regulamentadas, o que permite concluir pela plena segurança técnica e jurídica de todos os seus dispositivos.

Por décadas, em nosso país, zonas de “sombreamento” profissional perturbaram a atuação de arquitetos e de companheiros de outras profissões que atuam conosco na construção de edifícios e cidades. O art. 3º da Lei 12.378/2010 determinou a solução definitiva e a demarcação clara de nossas responsabilidades profissionais, em benefício do melhor atendimento à sociedade. Em seu cumprimento, a edição da Resolução nº 51 foi o passo necessário para solucionar as tais áreas de “sombreamento” e, finalmente, superar um problema que já vinha se tornando crônico no Brasil.

 

Brasília-DF, 27 de julho de 2013.

 Haroldo Pinheiro Villar de Queiroz

Presidente do CAU/BR

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Nota do CAU/BR

Guia explica como aplicar a NBR 15.575, que já está em vigor. Faça o download!

Entrou em vigor, no último dia 19, a NBR 15.575, norma brasileira relativa ao desempenho de edificações habitacionais e emitida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Isso significa que, a partir de agora, todos os projetos que forem encaminhados para aprovação em órgãos públicos devem atender a todas as exigências contidas na norma.

Antes válida para projetos de edifícios de até cinco pavimentos, agora a NBR vale para todos os novos edifícios residenciais, e determina questões como a vida útil de sistemas, além de estabelecer as responsabilidades legais de cada um dos sujeitos ligados às edificações: construtores, incorporadores, projetistas, fabricantes de materiais, administradores e usuários.

Normas ABNT NBR 15.575 estabelecem parâmetros que permitem avaliar o desempenho de edificações

Luiz Henrique Ceotto: Mestre em estruturas, o engenheiro explica como a NBR 15.575 contribui para a valorização do arquiteto no cenário da construção civil

A NBR é composta pelos seguintes itens: Requisitos Gerais (NBR 15.575-1), Sistemas Estruturais (NBR 15.575-2), Sistemas de Pisos (NBR 15.575-3), Sistemas de Vedações Verticais Internas e Externas (NBR 15.575-4), Sistemas de Coberturas (NBR 15.575-5), e Sistemas Hidrossanitários (NBR 15.575-6).

Faça o download do guia sobre a NBR 15.575 que a Câmara Brasileira da Indústria da Construção, a CBIC, preparou para arquitetos e construtores:www.cbic.org.br

Seminários do CAU/BR discutem mudanças no ensino de Arquitetura e Urbanismo no país.

Série de encontros visa atualizar diretrizes curriculares nacionais. Primeiro debate começa nesta quinta, em João Pessoa, com sequência em Brasília e no Rio de Janeiro.

Organizações de arquitetos e urbanistas brasileiros vão propor ao Conselho Nacional de Educação (CNE) mudanças nas atuais diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo. Essas diretrizes foram atualizadas pela última vez em 2010. “Contudo, a edição aprovada pelo CNE apresentou alterações importantes e conflitantes com o percurso de qualificação do ensino e formação na área que ocorreu nos últimos 20 anos, principalmente se levarmos em conta a criação do CAU e a atualização da carta da UNESCO/UIA sobre educação dos arquitetos”, afirma Eduardo Chiletto, coordenador da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR. “Nos seminários discutiremos o conteúdo curricular versusa atribuição legal, a formação acadêmica versus a prática profissional, questões importantíssimas para o ensino e a formação, assim como para o exercício profissional pleno”.

 

Entre os assuntos que deverão ser abordados estão as atividades que só podem ser realizadas por arquitetos e urbanistas, definidas pela Resolução 51 do CAU/BR. Uma delas é justamente a coordenação de cursos de graduação na área e o ensino de Teoria, História e Projeto de Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo.

 

Outra temática importantíssima é a Residência Técnica. Trata-se de um tema que une formação e prática profissional, com o objetivo de assegurar melhor serviço a sociedade pelos arquitetos e urbanistas. A residência poderia ser feita em prefeituras e órgãos de governo, ou mesmo em escritórios, e poderia inclusive estar relacionada à Lei de Assistência Técnica. “Trata-se de uma discussão complexa, mas a Residência Técnica complementa perfeitamente a formação profissional. No médio prazo, sua aplicação acarretaria em um melhor exercício das atividades do arquiteto e urbanista no mercado de trabalho, assim como na defesa do cidadão e de seus interesses”, diz Chiletto. “São questões que precisam ser discutidas com base no novo contexto politico que existe dentro da Arquitetura e do nosso país”.

 

A discussão sobre a inserção do profissional em um mercado cada vez mais globalizado, com arquitetos de vários países projetando obras por todo o mundo, se dará a partir da carta da Unesco e da União Internacional dos Arquitetos (UIA), escrita pela primeira vez em 1996 e atualizada em 2011. Seu objetivo é servir de referência para formação de profissionais em todo o mundo, fornecendo um conjunto de diretrizes mundiais para inserção dos arquitetos nesses mercados globais.

 

As datas e locais dos eventos são os seguintes:

 

Julho: 25 e 26 em João Pessoa/PB – Local: Auditório do SINDUSCON-JP.

Veja aqui a programação. 

 

Agosto: 22 e 23 em Brasília/DF – Local: Auditório do CREA-DF.

Veja a programação. 

 

Setembro: 19 e 20 no Rio de Janeiro/RJ – Local: Auditório da SEAERJ.

Veja a programação.

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Fonte: CAU.ORG.BR

CAU/BR define atividades que só podem ser realizadas por arquitetos e urbanistas.

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Resolução segue diretrizes da Lei 12.378/2010 e passa a vigorar no dia de sua publicação no Diário Oficial da União.

 

Arquitetos e urbanistas agora têm definidas as atividades que só podem ser realizadas por eles. O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), em cumprimento ao determinado pelo Artigo 3º da Lei 12.378/2010, definiu quais atribuições são privativas da profissão e não podem ser realizadas por outros profissionais. “O grande salto que estamos dando aqui é o estabelecimento claro do que é o campo profissional de Arquitetura e Urbanismo”, explica Antonio Francisco de Oliveira, coordenador da Comissão de Exercício Profissional do CAU/BR. A resolução do CAU/BR será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias, quando entrará em vigor.

 

O documento baseou-se em duas fontes principais: a Lei 12.378/2010, que regulamenta o exercício da profissão, e as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de Arquitetura e Urbanismo…

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Expolazer 2013 – 19ª Feira Internacional de Piscinas, Spas e Ambientes de Lazer, em São Paulo

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A Expolazer busca tendências da construção e traz as novidades do mercado para áreas de lazer de residências, hotéis e condomínios, atraindo profissionais dos setores da construção, piscinas, decoração, arquitetura e engenharia.

 

Quando: 30/07/2013 a 02/08/2013
Local: Expo Center Norte, em São Paulo

 

Mais Informações: www.expolazer.com.br

 

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