Minhocão em SP ganha galeria de arte a céu aberto com rostos dos moradores

  • ProjetoGiganto2 ProjetoGiganto1ProjetoGiganto_internaUma das obras viárias mais polêmicas de São Paulo agora é alvo da arte. O projeto “Giganto”, idealizado pela fotógrafa gaúcha Raquel Brust, transformou o Elevado Presidente Costa e Silva – apelidado de “Minhocão” – numa galeria de arte ao céu aberto com rostos de moradores e comerciantes estampados em 20 pilares.Como parte do festival de fotografia PhotoEspaña, que acontece na capital paulista até 25 de janeiro de 2014 (data do aniversário da cidade), a exposição lança retratos de seis metros de altura com expressões e olhares desafiadores de pessoas que estão intimamente ligadas a esta região, mas que quase ninguém enxerga em meio à confusão visual causada pela serpente de concreto que liga as zonas leste e oeste.“O trabalho consiste em utilizar a arquitetura da cidade como suporte para uma exposição fotográfica que responde à paisagem e interage com o público”, segundo informa o site oficial do festival.Radicalizada na cidade há oito anos, a fotógrafa revela que os seus retratos deixaram de ficar presos em museus e agora estão disponíveis para um público mais ativo. “A fotografia e a arquitetura tem pontos em comum, minhas fotos refletem a arquitetura do lugar e se aproveitam de seu urbanismo”, disse Raquel Brust.Uma das obras viárias mais polêmicas de São Paulo agora é alvo da arte. O projeto “Giganto”, idealizado pela fotógrafa gaúcha Raquel Brust, transformou o Elevado Presidente Costa e Silva – apelidado de “Minhocão” – numa galeria de arte ao céu aberto com rostos de moradores e comerciantes estampados em 20 pilares.Como parte do festival de fotografia PhotoEspaña, que acontece na capital paulista até 25 de janeiro de 2014 (data do aniversário da cidade), a exposição lança retratos de seis metros de altura com expressões e olhares desafiadores de pessoas que estão intimamente ligadas a esta região, mas que quase ninguém enxerga em meio à confusão visual causada pela serpente de concreto que liga as zonas leste e oeste.“O trabalho consiste em utilizar a arquitetura da cidade como suporte para uma exposição fotográfica que responde à paisagem e interage com o público”, segundo informa o site oficial do festival.
    Para ela, a intervenção vai além do período de exposição, a cidade interage com as obras que irão se degradar naturalmente com a passagem do tempo e com a chegada de novos grafittis. E você o que achou?

    www.uol.com.br

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