Na noite do dia 11 de dezembro, serão conhecidos os vencedores do 8º Prêmio AsBEA de Arquitetura.

O corpo de jurados do prêmio foi constituído por personalidades do mais alto gabarito da arquitetura e construção brasileira

A coroação dos melhores projetos de arquitetura realizados ou idealizados por escritórios brasileiros deste ano está próxima de ocorrer. No dia 11 de dezembro, durante a Confraternização Anual da AsBEA, serão anunciados os vencedores do “8º Prêmio AsBEA de Arquitetura”.

A premiação pretende referendar os trabalhos dos escritórios em função da importância do projeto no desenvolvimento, valorização e representação da classe de arquitetos do país. Os vencedores das categorias receberão o Prêmio Roberto Cláudio dos Santos Aflalo, além de menções honrosas, uma por categoria, distribuídas a critério do júri.

O corpo de jurados foi constituído por personalidades do mais alto gabarito da arquitetura e construção brasileira e formam um grupo de intelectuais reconhecidos pelo grande desempenho profissional e acadêmico. São eles: Abilio Guerra, arquiteto, professor da FAU-Mackenzie e editor do site Vitruvius; Alvaro Puntoni, arquiteto, professor da FAU- USP , da Escola da Cidade e sócio do escritório GrupoSP Arquitetos; Eduardo Della Manna, arquiteto, Diretor Executivo do Secovi/SP e sócio dos escritórios PPU Projetos Urbanos, NIIT e e-DAU; Guilherme Wisnik, arquiteto, professor da FAU-USP, crítico de arquitetura e curador geral da X Bienal de Arquitetura de São Paulo; Lucas Fehr, arquiteto, professor da FAU-Mackenzie e sócio do escritório Estúdio América; e Otavio Zarvos, Administrador e criador da Incorporadora Idea!Zarvos.

Os escritórios de arquitetura concorrem ao prêmio com projetos classificados em oito categorias: edifícios e conjuntos residenciais, comerciais, serviços, institucionais, industriais, arquitetura corporativa e de interiores, residências e projetos especiais e podem se inscritos em 2 modalidades: obras concluídas nos últimos cinco anos e projetos não edificados.

O evento tem o patrocínio da Gail, revestimentos cerâmicos; da Deca, louças e metais sanitários; da Forbo, revestimentos; da Reed Exhibitions Alcântara Machado; da feira Expo Arquitetura Sustentável; da Weber Saint-Gobain; e da Quartzolit. Apoiam a premiação a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos); o Projeto Built by Brazil (Programa de Internacionalização da Arquitetura Brasileira) e a Revista Projeto Design.

Fonte: ASBEA

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Senado aprova carreira de Estado para Arquitetos e Urbanistas

Projeto segue agora para sanção da presidente da República.

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, nessa quarta-feira (05/11), projeto que considera as carreiras de arquiteto, engenheiro e engenheiro agrônomo que trabalham para o poder público como essenciais e exclusivas de Estado. O PLC 13/2013 segue direto da CCJ para sanção da presidente da República.

Segundo o relator da matéria, senador Romero Jucá (PMDB-RR), o objetivo da proposta é valorizar as categorias, incentivando ao ingresso e à permanência na administração de  profissionais de qualificação tecnológica.

A aprovação foi por oito votos a seis.  Além de Jucá, votaram a favor os senadores Inácio Arruda (PCdoB-CE), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Acir Gurgacz (PDT-RO) e Benedito de Lira (PP-AL). Votaram contra: Pedro Taques (PDT-MT), Eduardo Suplicy (PT-SP), Humberto Costa (PT-PE), Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Paulo Paim (PT-RS) e Douglas Cintra (PTB-PE)

Com a aprovação do projeto, os profissionais dessas carreiras têm direito a garantias especiais contra a perda dos seus cargos, se forem servidores públicos estáveis.

O CAU/BR e diversas outras entidades do setor, como a ANSEAF (Associação Nacional dos Servidores Engenheiros(as), Arquitetos(as) e Agrônomos(as) do Poder Executivo Federal) e o CREA, trabalharam insistentemente junto ao Senado pela aprovação da proposta.

Para as entidades, a inclusão de tais profissionais servidores públicos como carreira típica de Estado aumenta a segurança da sociedade em relação ao Estado, dificultando o desmonte de equipes técnicas como aconteceu no país nas últimas décadas.  Esse desmonte teve como consequências a fragilização da cultura de planejamento do Estado, com que resultaram problemas como o agravamento da mobilidade urbana, os “apagões” do setor de energia, os “gargalos” da infraestrutura, o déficit habitacional e outros. Estudos, planejamento e bons projetos são essenciais para a eficiência da aplicação dos recursos públicos e a garantia de serviços essenciais para a sociedade.

As carreiras típicas de Estado foram previstas na Emenda Constitucional 19/1998, que promoveu a reforma administrativa no serviço público. Inicialmente, a classificação se restringiu a servidores das áreas jurídica, de auditoria e de gestão governamental.

CAU/BR