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Novo Código de obras simplificará reforma e construção – SP

Construction objects.

Reformar ou construir um imóvel deverá ficar mais fácil para o morador paulistano. As novas regras do projeto de revisão do Código de Obras e Edificações (COE) da cidade de São Paulo – que foi enviado pelo prefeito Fernando Haddad no início do mês – permitirá, entre outros itens, que no caso de reforma de uma casa, o proprietário não necessitará mais de emissão de alvará de reforma que não preveja aumento de área construída – antes era precisava comunicar a subprefeitura.
O novo código propõe também eliminar a obrigatoriedade de licença para obras complementares em espaços de até 30 metros quadrados e prevê que seja de responsabilidade do proprietário do imóvel construção de muros, piscinas, alteração interna de unidade e pequenos reparos e limpeza.
A secretária municipal de Licenciamento da Prefeitura de São Paulo, Paula Motta Lara, destaca que a lei ainda em vigor, de 1992, trouxe mudanças importantes, mas já não dá conta das demandas da cidade. Segundo ela, uma das principais inovações do novo COE é a definição clara de quais são as obrigações do Poder Público, do proprietário do empreendimento e do responsável técnico pelo projeto e pela execução da obra.
“À Prefeitura caberá a averiguação dos aspectos urbanísticos, ambiental, de sustentabilidade, acessibilidade e segurança de uso, delegando ao interessado o compromisso de cumprir a legislação no que diz respeito à parte interna da edificação”, diz a Secretária.
De acordo com o coordenador executivo da vice-presidência de Assuntos Legislativos e Urbanismo Metropolitano do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Eduardo Della Manna, o novo código simplifica os procedimentos de apresentação e análise de projetos e facilita a compreensão do cidadão, que quer se adequar às normas.
“O novo código pressupõe maior responsabilidade por parte do proprietário da edificação e do responsável técnico pelo projeto e execução da obra. E quem ganha é a cidade e principalmente o cidadão”, diz.
Simples. Na avaliação do Sindicato da Construção (Sinduscon-SP), a grande mudança é a simplificação na aprovação de projetos. “No novo código, se o projeto estiver mal feito será indeferido e não haverá recurso. Se o projeto tiver alguma inconformidade, será emitido um comunique-se (meio de comunicação entre a Prefeitura e o requerente para solicitar novos documentos ou correções) e se atender aos pedidos anotados pela Prefeitura, em 90 dias o projeto será aprovado”, diz o vice-presidente de Tecnologia e Qualidade (CTQ) do Sinduscon-SP, Jorge Batlouni. “É importante, ainda mais neste momento de crise, desburocratizar e deixar o setor mais ágil.”
O vice-presidente executivo da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Renato Ventura, destaca a desburocratização como um grande ganho no novo código. A construção do empreendimento em serviços de canteiro de obras, movimento de terra, estandes de vendas e elevadores terão um único alvará de aprovação. “O alvará único facilita a vida do construtor, do funcionário público, do controlador, do projetista”, diz.
Ventura conta que, em 2014, foi realizado um estudo sobre o custo da burocracia no imóvel, que mostrou que ela traz um sobrecusto de 12%, pagos pelo comprador. “O código de obras incorpora medidas que são positivas, porque vão no caminho da simplificação”, ressalta.
Retrofit. O texto também prevê o retrofit – reforma de imóveis antigos mantendo o design original. “No novo código, os casos de retrofit serão avaliados caso a caso por um colegiado específico, permitindo que um maior número de edificações na região central seja revitalizado”, diz Della Manna. Segundo a secretária de Licenciamento, o novo COE pretende regulamentar essa questão e promover regras que incentivem a requalificação dessas edificações.
Prazos menores de análise serão consequência’, diz secretária de Licenciamento

ENTREVISTA COM A SECRETÁRIA MUNICIPAL DE LICENCIAMENTO, PAULA MOTTA LARA
A redução nos prazos de licenciamento foi um dos itens mais importantes no projeto?
O objetivo da nossa proposta para o novo Código de Obras é promover o desenvolvimento da cidade com a modernização do licenciamento, informatizando-o e tornando todo o processo menos burocrático. Com isso, o estabelecimento de prazos menores de análise e decisão para diferentes tipos de projetos acaba sendo uma consequência.
Ficará mais fácil construir e reformar na capital?
A simplificação dos procedimentos e diminuição dos documentos promovidas pelo novo Código fazem com que seja mais fácil construir e reformar dentro da legalidade. Atualmente, na Secretaria de Licenciamento, temos um projeto piloto de sistema eletrônico de licenciamento de residências unifamiliares. Com esse sistema é possível que a licença de construção seja emitida em até cinco dias úteis, caso o interessado atenda todas as exigências da legislação.

Além do retrofit, quais destaques no novo código?
Outra inovação trazida pelo novo COE é a eliminação da obrigatoriedade de autorização para atividades com pouca relevância urbanística, por exemplo, obras complementares de até 30 metros quadrados, reformas sem aumento de área e construção de muros e piscinas, que passarão a ser responsabilidade do proprietário do imóvel.

Quais são dificuldades para rever o Código de Obras?
A Secretaria de Licenciamento foi criada em julho de 2013. Para nós, foi um grande desafio iniciar o processo de revisão da Lei paralelamente à implantação da nova secretaria. Para a elaboração da minuta, foi criado um grupo com a colaboração de arquitetos e representantes do setor imobiliário, de outras secretarias. O estudo para elaboração do projeto durou mais de um ano.

ASBEA.ORG.BR

Japão termina construção de cidade inteligente e sustentável.

A “cidade do futuro” já é realidade, pelo menos, no Japão. Na última semana o projeto da Fujisawa Sustainable Smart Town teve a fase de construção concluída. A Panasonic, responsável pelo complexo, trabalha agora nos últimos detalhes e na venda das residências.

A construção da cidade, na Província de Kanagawa, situada cerca de 50 km a oeste de Tóquio, faz parte de um projeto realizado pela Panasonic com mais oito empresas parceiras com o intuito de recuperar áreas devastadas por um terremoto e tsunami. A prioridade na “Cidade Inteligente e Sustentável de Fujisawa” é a consciência energética e ecológica.

A iniciativa pretende demonstrar que saber articular tecnologias diversas ajuda na construção de uma cidade verde. Em consequência, isso contribui para que estas construções sejam mais valorizadas.

As casas já possuem painéis solares embutidos, que fornecem energia para a residência e ainda armazenam o excedente em uma bateria para uso posterior. O projeto também oferece um bairro exclusivo para moradores que não possuem carros próprios, com opções para o compartilhamento e alugueis de carros elétricos.

Toda a cidade é equipada com sensores em rede que controlam a iluminação pública e garante, que a energia não seja desperdiçada através de uma “smart grid” local. O município também tem um “eixo verde”, com parques e plantio de vegetação ao longo das estradas principais. São várias soluções para alcançar um novo estilo de vida e um novo modelo de desenvolvimento econômico.

Veja as fotos :

A prioridade é a consciência energética e ecológica.

Fonte: Ciclovivo

Na noite do dia 11 de dezembro, serão conhecidos os vencedores do 8º Prêmio AsBEA de Arquitetura.

O corpo de jurados do prêmio foi constituído por personalidades do mais alto gabarito da arquitetura e construção brasileira

A coroação dos melhores projetos de arquitetura realizados ou idealizados por escritórios brasileiros deste ano está próxima de ocorrer. No dia 11 de dezembro, durante a Confraternização Anual da AsBEA, serão anunciados os vencedores do “8º Prêmio AsBEA de Arquitetura”.

A premiação pretende referendar os trabalhos dos escritórios em função da importância do projeto no desenvolvimento, valorização e representação da classe de arquitetos do país. Os vencedores das categorias receberão o Prêmio Roberto Cláudio dos Santos Aflalo, além de menções honrosas, uma por categoria, distribuídas a critério do júri.

O corpo de jurados foi constituído por personalidades do mais alto gabarito da arquitetura e construção brasileira e formam um grupo de intelectuais reconhecidos pelo grande desempenho profissional e acadêmico. São eles: Abilio Guerra, arquiteto, professor da FAU-Mackenzie e editor do site Vitruvius; Alvaro Puntoni, arquiteto, professor da FAU- USP , da Escola da Cidade e sócio do escritório GrupoSP Arquitetos; Eduardo Della Manna, arquiteto, Diretor Executivo do Secovi/SP e sócio dos escritórios PPU Projetos Urbanos, NIIT e e-DAU; Guilherme Wisnik, arquiteto, professor da FAU-USP, crítico de arquitetura e curador geral da X Bienal de Arquitetura de São Paulo; Lucas Fehr, arquiteto, professor da FAU-Mackenzie e sócio do escritório Estúdio América; e Otavio Zarvos, Administrador e criador da Incorporadora Idea!Zarvos.

Os escritórios de arquitetura concorrem ao prêmio com projetos classificados em oito categorias: edifícios e conjuntos residenciais, comerciais, serviços, institucionais, industriais, arquitetura corporativa e de interiores, residências e projetos especiais e podem se inscritos em 2 modalidades: obras concluídas nos últimos cinco anos e projetos não edificados.

O evento tem o patrocínio da Gail, revestimentos cerâmicos; da Deca, louças e metais sanitários; da Forbo, revestimentos; da Reed Exhibitions Alcântara Machado; da feira Expo Arquitetura Sustentável; da Weber Saint-Gobain; e da Quartzolit. Apoiam a premiação a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos); o Projeto Built by Brazil (Programa de Internacionalização da Arquitetura Brasileira) e a Revista Projeto Design.

Fonte: ASBEA